Perguntas Frequentes

O que são DSTs?

A sigla DST quer dizer "doença sexualmente transmissível". São doenças transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mais conhecidas são gonorréia e sífilis.

Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

Usar preservativo em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal)  é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da aids, também na amamentação.

O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças. O atendimento e ao tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/o-que-sao-dst

A AIDS é uma DST?

Sim, a AIDS também é uma doença sexualmente transmissível, embora possa também ser transmitida de outras maneiras além do contato sexual.

Atualmente, ainda há a distinção entre grupo de risco e grupo de não risco?

Essa distinção não existe mais. No começo da epidemia, pelo fato da aids atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco. Atualmente, fala-se em comportamento de risco e não mais em grupo de risco, pois o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas nesses grupos específicos. Por exemplo, o número de heterossexuais infectados por HIV tem aumentado proporcionalmente com a epidemia nos últimos anos, principalmente entre mulheres.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

O que se considera um comportamento de risco, que possa vir a ocasionar uma infecção pelo vírus da aids (HIV)?

Relação sexual (homo ou heterossexual) com pessoa infectada sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; reutilização de objetos perfurocortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

Qual o tempo de sobrevida de um indivíduo portador do HIV?

Até o começo da década de 1990, a aids era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. Porém, com o surgimento do coquetel (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) as pessoas infectadas passaram a viver mais. Esse coquetel é capaz de manter a carga viral do sangue baixa, o que diminui os danos causados pelo HIV no organismo e aumenta o tempo de vida da pessoa infectada.

O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de vida pós-infecção) é indefinido e varia de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, algumas pessoas começaram a usar o coquetel em meados dos anos noventa e ainda hoje gozam de boa saúde. Outras apresentam complicações mais cedo e têm reações adversas aos medicamentos. Há, ainda, casos de pessoas que, mesmo com os remédios, têm infecções oportunistas (infecções que se instalam, aproveitando-se de um momento de fragilidade do sistema de defesa do corpo, o sistema imunológico).

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?

O vírus da aids é bastante sensível ao meio externo. Estima-se que ele possa viver em torno de uma hora fora do organismo humano. Graças a uma variedade de agentes físicos (calor, por exemplo) e químicos (água sanitária, glutaraldeído, álcool, água oxigenada) pode tornar-se inativo rapidamente.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

As chances de se contrair uma DST através do sexo oral são menores do que sexo com penetração?

O fato é que nenhuma das relações sexuais sem proteção é isenta de risco - algumas DST têm maior risco que outras. A transmissão da doença depende da integridade das mucosas das cavidades oral ou vaginal. Independente da forma praticada, o sexo deve ser feito sempre com camisinha.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

Toda ferida ou corrimento genital é uma DST?

Não necessariamente. Além das doenças sexualmente transmissíveis, existem outras causas para úlceras ou corrimentos genitais. Entretanto, a única forma de saber o diagnóstico correto é procurar um serviço de saúde.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

É possível estar com uma DST e não apresentar sintomas?

Sim. Muitas pessoas podem se infectar com alguma DST e não ter reações do organismo durante semanas, até anos. Dessa forma, a única maneira de se prevenir efetivamente é usar a camisinha em todas as relações sexuais e procurar regularmente o serviço de saúde para realizar os exames de rotina. Caso haja alguma exposição de risco (por exemplo, relação sem camisinha), é preciso procurar um profissional de saúde para receber o atendimento adequado. 

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

Onde se deve ir para fazer o tratamento de outras DST que não a aids?

Deve-se procurar qualquer serviço de saúde disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

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 DOENÇA SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL - DST

 

SÍFILIS

É UMA DOENÇA INFECCIOSA CAUSADA PELA BACTÉRIA TREPONEMA PALLIDUM. PODEM SE MANIFESTAR EM TRÊS ESTÁGIOS. OS MAIORES SINTOMAS OCORREM NAS DUAS PRIMEIRAS FASES, PERÍODO EM QUE A DOENÇA É MAIS CONTAGIOSA. O TERCEIRO ESTÁGIO PODE NÃO APRESENTAR SINTOMA E, POR ISSO, DÁ A FALSA IMPRESSÃO DE CURA DA DOENÇA. TODAS AS PESSOAS SEXUALMENTE ATIVAS DEVEM REALIZAR O TESTE PARA DIAGNOSTICAR A SÍFILIS, PRINCIPALMENTE AS GESTANTES NO 1º TRIMESTRE DA GESTAÇÃO, POIS A SÍFILIS CONGÊNITA PODE CAUSAR ABORTO, MÁ FORMAÇÃO DO FETO E/OU MORTE AO NASCER. O CUIDADO TAMBÉM DEVE SER ESPECIAL DURANTE O PARTO PARA EVITAR SEQUELAS NO BEBÊ, COMO CEGUEIRA, SURDEZ E DEFICIÊNCIA MENTAL.

FORMAS DE CONTÁGIO: A SÍFILIS PODE SER TRANSMITIDA DE UMA PESSOA PARA OUTRA DURANTE O SEXO SEM CAMISINHA COM ALGUÉM INFECTADO, POR TRANSFUSÃO DE SANGUE CONTAMINADO OU DA MÃE INFECTADA PARA O BEBÊ DURANTE A GESTAÇÃO OU O PARTO. O USO DA CAMISINHA EM TODAS AS RELAÇÕES SEXUAIS E O CORRETO ACOMPANHAMENTO DURANTE A GRAVIDEZ SÃO MEIOS SIMPLES, CONFIÁVEIS E BARATOS DE PREVENIR-SE CONTRA A SÍFILIS.

SINAIS E SINTOMAS: OS PRIMEIROS SINTOMAS DA DOENÇA SÃO PEQUENAS FERIDAS NOS ÓRGÃOS SEXUAIS E CAROÇOS NAS VIRILHAS (ÍNGUAS), QUE SURGEM ENTRE A 7 E 20 DIAS APÓS O SEXO DESPROTEGIDO COM ALGUÉM INFECTADO. A FERIDA E AS ÍNGUAS NÃO DOEM, NÃO COÇAM, NÃO ARDEM E NÃO APRESENTAM PUS. MESMO SEM TRATAMENTO, ESSAS FERIDAS PODEM DESAPARECER SEM DEIXAR CICATRIZ. MAS A PESSOA CONTINUA DOENTE E A DOENÇA SE DESENVOLVE. AO ALCANÇAR UM CERTO ESTÁGIO, PODEM SURGIR MANCHAS EM VÁRIAS PARTES DO CORPO (INCLUSIVE MÃOS E PÉS) E QUEDA DOS CABELOS.

APÓS ALGUM TEMPO, QUE VARIA DE PESSOA PARA PESSOA, AS MANCHAS TAMBÉM DESAPARECEM, DANDO A IDEIA DE MELHORA. A DOENÇA PODE FICAR ESTACIONADA POR MESES OU ANOS, ATÉ O MOMENTO EM QUE SURGEM COMPLICAÇÕES GRAVES COMO CEGUEIRA, PARALISIA, DOENÇA CEREBRAL E PROBLEMAS CARDÍACOS, PODENDO, INCLUSIVE, LEVAR À MORTE.

TRATAMENTO: RECOMENDA-SE PROCURAR UM PROFISSIONAL DE SAÚDE, POIS SÓ ELE PODE FAZER O DIAGNÓSTICO CORRETO E INDICAR O TRATAMENTO MAIS ADEQUADO, DEPENDENDO DE CADA ESTÁGIO. É IMPORTANTE SEGUIR AS ORIENTAÇÕES MÉDICAS PARA CURAR A DOENÇA.